25.4.15

Decidir o que procurar

Está decidido: vamos arranjar a nossa casa. O nosso espaço.
Decidir ir viver com a pessoa que amamos, ou mesmo sozinhos, é uma grande decisão e, muitas vezes, um passo maior do que a perna - afinal, a não ser que tenhamos trinta anos e um emprego estável, ou ganho a lotaria, quando é que realmente temos dinheiro para estes sonhos?
Não importa, está decidido.

O tópico de hoje é o primeiro passo perante a decisão de arranjar uma casa: procura-la.
Existem algumas perguntas que são as mais simples e decisivas na escolha de uma casa:

  1. Onde vamos procurar casa?
  2. Comprar ou Arrendar?
  3. Apartamento ou Moradia?
  4. Quantos quartos?
  5. Qual o valor máximo a pagar pela casa?
E porque o objetivo deste blogue é encontrar solução a estas perguntas, falo pela minha experiência para responder a estas questões:

Onde vamos procurar casa?

Antes de mais, precisam de decidir onde querem morar. Perto da cidade, ou na periferia; perto dos pais, ou longe. Viver perto da cidade tem óbvias vantagens relativamente a acessibilidades e serviços, mas traz também valores mais altos nas compras ou rendas de propriedades, assim como poluição sonora, falta de estacionamento, entre outros condicionantes. Viver na periferia tem a vantagem da serenidade, mas poderá tornar-se exaustivo pois não há muito para fazer e os serviços, mesmo os mais básicos, estão a alguns quilómetros de distância.
No meu caso, posso dizer que o fator decisivo foi realmente a proximidade do trabalho. Embora eu e o meu namorado trabalhemos a uma diferença de aproximadamente 20km um do outro, ficámos perto do trabalho de um de nós, para que fosse necessário apenas um carro andar todos os dias; poupamos na gasolina, pelo menos.

Comprar ou Arrendar?

Ambas as soluções têm vantagens e, no caso, melhor é olhar para a situação financeira e decidir a partir daí.
No meu caso, optei por arrendar, uma vez que era a melhor alternativa financeira e, ao estabelecer um valor máximo de renda, parti daí para encontrar o meu novo lar.
Para quem quiser saber mais informações, encontrei este artigo muito informativo e que pode ajudar, nos dados contabilísticos, a esclarecer algumas questões: Comprar ou Arrendar

Apartamento ou Moradia?

Esta é uma decisão que só nos vamos mentalizando conforme vamos vendo. Eu gostaria de ter uma moradia, um espaço onde posso estar totalmente à vontade, não me incomodo com os vizinhos, o que podem ouvir ou ver, não os ouço a eles também, além de que numa moradia há a grande possibilidade de haver um pequeno terreno para ter como jardim. Mas, as moradias suportam custos muito elevados, tanto para arrendar como para comprar. Então, a solução mais procurada são os apartamentos usados, principalmente para quem é jovem e os fundos são poucos.
Foi a partir dos apartamentos que comecei, do mais pequeno ao maior, com e sem equipamento, até finalmente encontrar exatamente aquilo que queria.

Quantos quartos?

Esta decisão depende de alguns fatores: quanto tempo pretendemos viver nessa casa (isto é, se é uma casa para dois anos, ou dez), quantas pessoas irão viver, qual é o espaço que precisamos.
No meu caso, procurei um T2, pois ao arranjar casa, quero viver por lá durante uns largos anos e, assim, posso ter um escritório no segundo quarto e, mais tarde, adaptar a um quarto de criança.

Qual o valor máximo a pagar pela casa?

Este é o último fator de pesquisa, que vai determinar o número de "candidatas". Estipular um valor baixo para uma moradia em plena cidade é irrealista, pelo que temos de saber combinar os fatores.
Por exemplo, eu pesquisei da seguinte maneira: um Apartamento Usado T2, na Periferia, até 250€.

E, com todas estas questões respondidas, é altura de começar a procurar.

Sem comentários:

Enviar um comentário